O aumento de 6,38% na gasolina foi o subitem que mais pressionou a inflação ao consumidor medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) em abril, informou nesta quarta, 15, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) passou de uma alta de 0,03% em março para uma elevação de 0,88% em abril.
No ranking de principais pressões em abril figuraram ainda o tomate (21,99%), serviços bancários (1,73%), leite longa vida (8,10%) e tarifa de eletricidade residencial (0,85%). Na direção oposta, houve alívios da passagem aérea (-7,93%), perfume (-2,51%), bombons e chocolate (-3,83%), excursão e tour (-2,30%) e maçã (-3,68%).
Em relação ao mês anterior, sete das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas: Transportes (de 0,06% em março para 2,31% em abril), Alimentação (de 0,37% para 1,41%), Educação, Leitura e Recreação (de -2,16% para -0,60%), Vestuário (de 0,07% para 0,40%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,18% para 0,31%), Despesas Diversas (de 0,88% para 1,10%) e Habitação (de 0,31% para 0,35%).
A taxa foi mais branda apenas em Comunicação (de 0,11% para 0,03%).
Por Daniela Amorim
