diálogos da transição
Maioria das geradoras renováveis carece de políticas de gênero na América Latina
Emprego das mulheres é considerado um fator crítico para o crescimento econômico da América Larina e Caribe, segundo estudo do BID
diálogos da transição
Emprego das mulheres é considerado um fator crítico para o crescimento econômico da América Larina e Caribe, segundo estudo do BID
diálogos da transição
IEA estima que empregos em energia em 2021 tenham aumentado 1,3 milhão em relação a 2019, mas com baixa presença de mulheres
diálogos da transição
De 423 companhias listadas na bolsa, aproximadamente 60% não têm nenhuma mulher entre seus diretores estatutários
diálogos da transição
newsletter Diálogos da Transição Editada por Nayara [email protected] Uma pesquisa da KPMG com mais de 700 conselheiros de administração e membros de comitês no mundo descobriu que os conselhos das empresas brasileiras já reconhecem a importância de perspectivas distintas no planejamento estratégico, mas a jornada rumo à diversidade ainda está em fase inicial. Entre 89 […]
Energia
Desequilíbrio de gênero não é só uma questão social, mas também um problema econômico que precisa ser resolvido, escreve Gabrielle Botelho
Energia
Entrevista com Veronica Turner, líder para a América Latina de soluções de segurança da Honeywell
Energia
Ainda há baixa representatividade e um importante caminho para ampliar a participação feminina nesse ambiente de maioria masculina, escreve Gabriela Desirê
Equidade
Nos cargos de direção, elas representam 19%, enquanto em posições de apoio ao negócio o número chega a 13%
diálogos da transição
newsletter Diálogos da Transição Editada por Nayara [email protected] A energia eólica continuará com crescimento recorde nos próximos cinco anos e os investimentos em novas instalações podem gerar 3,3 milhões de empregos no período, em toda a cadeia de abastecimento global. A estimativa é de um estudo (.pdf) do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC, em inglês) publicado […]
Opinião
De acordo com o Fórum Econômico Mundial, no ritmo atual, o mundo levará 99 anos e meio para acabar com a lacuna da igualdade de gênero, escreve Renata Isfer