Índice de reposição de 175%

Reservas provadas da Petrobras crescem em 2025

Companhia encerrou o ano com 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente em reservas provadas

FPSO Alexandre de Gusmão, quinta plataforma no campo de Mero, na Bacia de Santos, iniciou suas operações em maio de 2025 (Foto Agência Petrobras)
FPSO Alexandre de Gusmão, quinta plataforma no campo de Mero, na Bacia de Santos, iniciou suas operações em maio de 2025 (Foto Agência Petrobras)

A Petrobras encerrou 2025 com 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em reservas provadas de petróleo, condensado e gás natural, com um índice de reposição de 175%. A relação entre as reservas provadas e a produção da estatal é de 12,5 anos.

Deste total, 84% são de óleo e condensado, e 16% de gás natural. O crescimento foi de 1,7 bilhão de boe em relação a 2024.

Os cálculos seguem os critérios da US Securities and Exchange Commission (SEC).

Levando em consideração o critério da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Society of Petroleum Engineers (ANP/SPE), as reservas provadas da estatal estão em 12,5 bilhões de barris de óleo equivalente

Os critérios utilizam diferentes premissas econômicas. No caso dos cálculos da ANP/SEC, são consideradas como reservas volumes além do prazo contratual de concessão nos campos do Brasil.

Segundo a Petrobras, em 2025 a adição de reservas ocorreu, sobretudo, devido ao desempenho dos campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos.

Também contribuiu o avanço no desenvolvimento dos campos de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, em águas profundas da Bacia de Sergipe-Alagoas, e de projetos de novos poços, principalmente em Búzios, Tupi, Marlim Sul e Jubarte, nas bacias de Santos e Campos

“Considerando a produção esperada para os próximos anos, é essencial seguir investindo na maximização do fator de recuperação dos ativos já descobertos, na exploração de novas fronteiras e diversificação do portfólio exploratório no Brasil e no exterior para repor as reservas de petróleo e gás”, disse a estatal, em nota na quarta (28/1).

A Petrobras submeteu à certificação mais de 90% de suas reservas provadas segundo o critério SEC. Atualmente, a empresa certificadora é a DeGolyer and MacNaughton (D&M).

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