A Petrobras encerrou 2025 com 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, com um índice de reposição de 175%. A relação entre as reservas provadas e a produção da estatal é de 12,5 anos.
Deste total, 84% são de óleo e condensado, e 16% de gás natural. O crescimento foi de 1,7 bilhão de boe em relação a 2024.
Os cálculos seguem os critérios da US Securities and Exchange Commission (SEC).
Levando em consideração o critério da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e da Society of Petroleum Engineers (ANP/SPE), as reservas provadas da estatal estão em 12,5 bilhões de barris de óleo equivalente.
Os critérios utilizam diferentes premissas econômicas. No caso dos cálculos da ANP/SEC, são consideradas como reservas volumes além do prazo contratual de concessão nos campos do Brasil.
Segundo a Petrobras, em 2025 a adição de reservas ocorreu, sobretudo, devido ao desempenho dos campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos.
Também contribuiu o avanço no desenvolvimento dos campos de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, em águas profundas da Bacia de Sergipe-Alagoas, e de projetos de novos poços, principalmente em Búzios, Tupi, Marlim Sul e Jubarte, nas bacias de Santos e Campos.
“Considerando a produção esperada para os próximos anos, é essencial seguir investindo na maximização do fator de recuperação dos ativos já descobertos, na exploração de novas fronteiras e diversificação do portfólio exploratório no Brasil e no exterior para repor as reservas de petróleo e gás”, disse a estatal, em nota na quarta (28/1).
A Petrobras submeteu à certificação mais de 90% de suas reservas provadas segundo o critério SEC. Atualmente, a empresa certificadora é a DeGolyer and MacNaughton (D&M).