A Equinor venceu, na quarta-feira (14/1), o lote do primeiro leilão do petróleo da União no campo de Bacalhau, no pré-sal da Bacia de Santos.
O volume adquirido foi de um milhão de barris, com carregamento previsto para o final de março de 2026.
Outras quatro empresas estavam habilitadas a participar do certame: ExxonMobil, Galp, Petrobras e PetroChina.
A segunda etapa do leilão está marcada para 11 de março e vai vender duas ou três cargas restantes, com um milhão de barris cada.
A venda mais recente do petróleo que cabe à União em contratos de partilha foi em junho de 2025, quando foram negociados 74,5 milhões de barris de petróleo da produção nos campos de Mero, Búzios, Sépia e Itapu.
Já há um novo certame previsto para julho de 2026, com a expectativa de negociar 106,5 milhões de barris dos campos de Mero, Itapu, Atapu, Sépia, Buzios e Bacalhau.
Campo de Bacalhau entrou em produção em outubro
O campo de Bacalhau entrou em produção em outubro.
O projeto é operado pela Equinor (40%), em sociedade com a ExxonMobil (40%) e Petrogal (20%). A PPSA também participa do consórcio, como gestora do contrato de partilha.
As operações marcaram também o início da produção da ExxonMobil no país. É também o maior projeto operado pela Equinor fora da Noruega.
Com reservas superiores a um bilhão de barris, o campo é o primeiro do pré-sal a entrar em produção sem a participação da Petrobras nas etapas de conclusão de exploração e definição do projeto de desenvolvimento.
A descoberta da área ocorreu em 2012 e a Equinor comprou a operação da área em 2016.
