GNL small-scale

GNLink recebe autorização para operar planta de liquefação no Rio Grande do Norte

Unidade de Assú (RN) é a terceira planta de liquefação construída pela companhia, que traça plano de expansão

A estratégia da GNLink, empresa controlada pelo grupo Lorinvest, para expandir o GNL em pequena escala (ou small-scale). Na imagem: Estação Cryobox para produção de GNL, conectada a isotanques (Foto: Divulgação GNLink/Galileo)
Estação Cryobox para produção de GNL, conectada a isotanques (Foto: Divulgação GNLink/Galileo)

A GNLink, distribuidora de gás natural liquefeito (GNL) em pequena escala da Lorinvest e Copa Energia, recebeu a autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para iniciar as operações de sua planta de liquefação e compressão de Assú (RN) – a terceira unidade construída pela companhia.  

Com capacidade total de até 100 mil m³/dia, a instalação vai liquefazer o gás produzido nos campos onshore da PetroReconcavo na Bacia Potiguar, e abastecer localidades em um raio de até 1 mil km e que não dispõem de acesso direto à rede canalizada de gás. 

O projeto recebeu investimentos de R$ 125 milhões.

Além da unidade do Rio Grande do Norte, a GNLink opera outras duas plantas de liquefação: 

  • uma em Barra Bonita (PR), num campo de gás da Tradener;
  • e uma em Itabuna (BA), que recebe gás da rede da Bahiagás.

Construídas suas três primeiras unidades, com uma capacidade equivalente a 290 mil m³/dia, a GNLink projeta um novo ciclo de investimentos e planeja dobrar de tamanho até 2027.

entrada da Copa Energia no capital da GNLink ajudará a financiar um novo ciclo de expansão da empresa, que mira entrar no Sudeste e reforçar a presença na região Sul, além de ampliar uma de suas plantas no Nordeste.

A distribuição de GNL small-scale é um nicho de mercado que começou a ganhar tração no país em 2025 com a GNLink, GNL Brasil (Eneva/Virtu GNL) e — mais recentemente — com a Edge.

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