M&As

Fusões e aquisições em petróleo sobem 14% até setembro de 2025, indica KPMG

Apenas uma operação envolveu fundos de investimentos de private equity e capital de risco

Trabalhador da 3R Petroleum em frente a cavalo-de-pau para a produção terrestre de petróleo (Foto Divulgação)
Trabalhador da 3R Petroleum, hoje Brava Energia, em operação terrestre (Foto Divulgação)

As fusões e aquisições de empresas de petróleo e gás subiram cerca de 14% de janeiro a setembro de 2025 na comparação com o mesmo período de 2024, totalizando 16 operações, indicou a KPMG.

No ano anterior, o total tinha sido de 14 negociações.

Das 16 operações nos nove primeiros meses de 2025, oito envolveram empresas estrangeiras adquirindo capital de outra companhia estabelecida no Brasil e seis foram realizadas entre organizações do país.

Além disso, duas foram feitas por empresas brasileiras adquirindo capital de empresa estabelecida no exterior. Do total, apenas uma envolveu fundos de investimentos de private equity e capital de risco.

Energia elétrica

Ao todo, a energia elétrica foi o quinto setor que mais realizou fusões e aquisições até setembro de 2025, segundo a pesquisa da KPMG.

Foram 34 operações, sendo sete de fundos de investimento.

O setor de energia está atrás dos segmentos de tecnologia da informação (415 operações no total), instituições financeiras (143), empresas de internet (91) e alimentos, bebidas e fumo (38).

Um levantamento da Greener (.pdf) contabilizando 33 transações até setembro aponta que, do total, 42% envolveram usinas de usinas de geração centralizada (GC), 37% de empresas e 21% de usinas de geração distribuída (GD).

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